Blog

Itens filtrados por data: Fevereiro 2016
Quinta, 31 Março 2016 20:26

Conduta ética no trabalho, você tem?

Ser bom profissional, ter conhecimentos técnicos, dons, talentos, habilidades e capacidades bem desenvolvidas, cabe a qualquer pessoa que deseja ter uma carreirade sucesso. Ter bom relacionamento com os colegas, facilidade no trabalho em equipe, boa comunicação, flexibilidade entre outras características, são aspectos altamente valorizados nas organizações.

Porém, uma conduta ética no trabalho, seguindo padrões e valores, tanto da sociedade, quanto da própria organização são essenciais para o alcance da excelência profissional. Não basta apenas estar em constante aperfeiçoamento para conquistar credibilidade profissional, é preciso assumir uma postura ética. Através dela ganhamos confiança e respeito de superiores, colegas de trabalho e demais colaboradores.

Ética é o conjunto de princípios e valores morais que conduzem o comportamento humano dentro da sociedade. As organizações seguem os padrões éticos sociais, aplicando-as em suas regras internas para o bom andamento dos processos de trabalho, alcance de metas e objetivos.

O profissional deve seguir tanto os padrões éticos da sociedade quanto as normas e regimentos internos das organizações. A ética no ambiente de trabalho proporciona ao profissional um exercício diário e prazeroso de honestidade, comprometimento, confiabilidade, entre tantos outros, que conduzem o seu comportamento e tomada de decisões em suas atividades. Por fim, a recompensa é ser reconhecido, não só pelo seu trabalho, mas também por sua conduta exemplar.

Exemplos de Atitudes Corretas no Trabalho:

Confira abaixo alguns exemplos de boa conduta profissional no ambiente organizacional.

Responsabilidade

Para a preservação de uma marca ou produto, o profissional deve manter uma postura congruente com seu trabalho e manter para si os dados que lhe foram confiados, a fim de garantir o sigilo necessário.

Integridade

É indispensável manter a transparência nas atividades exercidas, ser honesto com o gestor direto e, demais profissionais, garantindo que todos sejam influenciados positivamente com seu trabalho, direta ou indiretamente.

Meritocracia

O sistema de crescimento de toda e qualquer organização deve ser pautado em merecimento, advindo de resultados correspondentes as expectativas e necessidade da empresa. Promover um liderado por favoritismo ou afinidade, além de ser antiético, não é nada profissional. Lembre-se que a sua credibilidade é o bem mais precioso que um colaborador pode ter, uma vez perdida, dificilmente pode ser recuperada.

Humildade

Atrás de crachás, ternos e gravatas, estão apenas humanos, totalmente suscetíveis a erros, afinal, somos falhos. No meio corporativo, são tomadas todas as medidas para que os equívocos não ocorram, porém empresas são feitas de pessoas, e portanto, os erros se fazem presente uma vez ou outra. Se uma dessas situações acontecer com você, seja humilde para reconhecer a falha e corrigi-la, a fim de que não gere maiores prejuízos.

Comprometimento

O compromisso do profissional se aplica sistemicamente. Em primeiro lugar, ele deve se comprometer com o próprio desenvolvimento contínuo e se comportar de maneira congruente com sua linha de pensamento, ou seja, agir para alcançar suas metas e objetivos, e o único caminho é entregando os resultados solicitados pela empresa. Em segundo lugar e não menos importante, ele deve estar comprometido com os colegas de trabalho, com os líderes e o público da marca. Ao desempenhar sua função com excelência, automaticamente estará contribuindo com o todo.

Publicado em Noticias

Com um número cada vez maior de profissionais em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, o que o candidato pode fazer para se destacar e ser escolhido para um cargo no meio de tantas pessoas talentosas e qualificadas?

Segundo especialistas de carreira ouvidos pelo G1, os candidatos devem manter seu currículo atualizado, especialmente o on-line cadastrado em sites de vagas, e buscar oportunidades que realmente tenham relação com sua formação e experiência profissional.

"A chance de conseguir um emprego atirando para todo o lado aumenta muito pouco. E, eventualmente, gera mais expectativa, um desgaste muito maior para um retorno muito baixo", afirma Luis Testa, diretor da Catho.

Fernanda Diez, especialista de carreiras da Vagas.com, lembra que a atualização do currículo em sites é muito importante, já que uma das ferramentas para formar o ranking de candidatos é a data da última atualização.

Elaine Saad, vice-presidente da ABRH Brasil, também lembra que é importante o candidato adequar seu currículo para o momento da sua carreira. "O jovem precisa mostrar sua formação, ter atitude e ser persistente e colaborativo. Quem tem uma carreira mais avançada deve mostrar o que tem a oferecer para as empresas", acrescenta.

Veja abaixo 10 dicas para se destacar e conseguir uma vaga de emprego:

Currículo atualizado
Muitos profissionais ainda se esquecem de atualizar seu currículo e acabam se inscrevendo em oportunidades em sites de emprego com um documento antigo, e algumas chegam até a enviar para empresas.

"Quanto mais atualizado o currículo estiver, mais no topo do ranking de candidatos ele vai ficar na hora que os recrutadores estão fazendo a seleção", ressalta Fernanda Diez.

Não "atirar" para todo lado
O candidato deve saber se tem aderência a vaga, mesmo tendo necessidade de recolocação rápida. Quem envia o currículo para qualquer vaga tem pouca chance de ser chamado, já que existem outras pessoas com o perfil mais adequado.

"Isso gera uma expectativa de que ninguém chama o candidato e pode causar frustração", comenta Luis Testa, diretor da Catho.

Autoconhecimento
Identificar seu principal talento, descobrir qual é o seu ponto forte e o que precisa ser desenvolvimento são ações importantes para que o profissional tenha autoconhecimento. A partir do conhecimento dos seus talentos e habilidades, o candidato pode identificar que tipo de trabalho gosta e que tipo de cultura tem a ver com seu jeito de ser.

"É importante que o candidato saiba o que gosta e o que desempenha bem para fazer escolhas certas ao invés de se candidatar a toda e qualquer vaga", afirma Fernanda.

Buscar empresas com as quais se identifique
Fernanda lembra que outra opção é tentar encontrar empresas com que o candidato se identifique e que tenham a ver com sua cultura e valores. O profissional pode buscar informação sobre as companhias, encontra-las nas redes sociais e procurar se aproximar da marca de certa forma.

"Isso pode ajudar a encontrar emprego em uma empresa que ele terá uma sinergia maior. As empresas querem contratar pessoas que compartilham os mesmos sonhos", ressalta Testa.

Atualização constante
"Esse momento pode ser uma oportunidade para o candidato se manter atualizado. Ele pode aproveitar a internet para fazer cursos gratuitos e dar um upgrade no seu conhecimento com ferramentas gratuitas. O currículo vai ganhar relevância frente a outros candidatos", afirma Fernanda.

Testa lembra que muitas áreas estão mudando rapidamente por conta da tecnologia, da internet e do uso do celular, e isso muda a interação entre empresa e cliente e entre cliente e produto. "Quem não acompanha fica defasado".

Networking e amigos
Mesmo com todas as possibilidades que a internet oferece na hora de buscar emprego, o candidato não deve esquecer de acionar sua rede de contatos e falar com os amigos.

Testa ressalta que para fazer um bom uso desse tipo de relacionamento, o profissional deve ter fomentado o contato. "Se esse networking não foi alimentado no passado, essa não parece ser a melhor hora para fazer isso. É uma vida de mão dupla, mas muito de o candidato ser lembrado pelo colega".

Tecnologia como aliada
Buscar emprego em centros de intermediação de trabalho e ir até empresas são ações que devem estar na rotina do candidato. Já a internet pode complementar essa estratégia como uma ferramenta que auxilia o profissional a se candidatar a mais oportunidades em menos tempo e também a conhecer as empresas.

O candidato também pode utilizar aplicativos de celulares para acompanhar mais de perto e responder mais rapidamente.
Fernanda lembra que quanto mais informações estiverem disponíveis no currículo on-line, mais chance o profissional terá de ser encontrado para as oportunidades em aberto. "O sistema usa cruzamentos com palavras-chave, logo quanto mais informação melhor".

Preparação para a entrevista
Pesquisar sobre a empresa é essencial para ter um bom desempenho na entrevista. O profissional deve conhecer a companhia e demonstrar interesse nela também, e não somente no cargo.

Segundo Testa, o candidato deve evitar mostrar interesse excessivo para não passar a mensagem de que topa qualquer proposta. "É importante demonstrar que existe um interesse na empresa e na oportunidade. Ela também quer saber o que o candidato pode oferecer e contribuir".

Seja você mesmo
"Nas entrevistas, a pessoa deve ser ela mesma e não tentar forçar a barra", alerta Elaine Saad, vice-presidente da ABRH Brasil. Ela reitera que o candidato não deve passar uma na entrevista e depois mudar seu comportamento quando for contratado.
"Muitos profissionais dizem que as empresas contratam por competência e demitem por comportamento", alerta Testa.

Fuja do desespero
"Tem que ter paciência porque a concorrência aumentou com mais pessoas buscando emprego ativamente do que antes, seja pela falta de oportunidades ou por mais gente precisar entrar no mercado", lembra Testa.
Elaine ressalta que o profissional deve continuar sua busca. "Não pode se retrair e ficar somente em casa. Tem que ter iniciativa e persistência".

Não existe fórmula mágica
Testa lembra que não existe uma estratégia pronta para buscar emprego, os profissionais devem utilizar todas as ferramentas que estão ao seu alcance. "Não existe uma fórmula mágica na hora da busca. Existem várias ferramentas e cada pessoa precisa analisar quais podem trazer mais retorno para sua área e para o tipo de emprego que ela procura."

Segundo Elaine, o profissional também precisa avaliar o momento de sua carreira para adequar sua apresentação. Segundo ela, os jovens têm que mostrar atitude, já que não tem experiência. Eles também têm que ter iniciativa, ser persistente, colaborativo e saber trabalhar em equipe.

Para quem já está com a carreira mais avançada, é importante que o profissional avalie o que ele tem para oferecer e quem se interessará por isso dentro do mercado.

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego

Publicado em Noticias

Informações falsas ou exageradas nos currículos são prejudiciais tanto para o candidato, que acaba sendo desmascarado e eliminado da seleção, como para as empresas, pois tornam os processos seletivos mais demorados e mais caros. Recrutadores ouvidos pelo G1 dizem é possível detectar as mentiras na entrevista ou no momento de checar as informações com as referências apresentadas pelo candidato.

“Já aconteceu de buscarmos um profissional com inglês fluente e na hora que ele precisou fazer uma entrevista no idioma por telefone com alguém da matriz da empresa não conseguiu se comunicar minimamente. Isso é constrangedor tanto para o entrevistador quanto para o próprio candidato”, afirma Renato Grinberg, diretor-geral da Trabalhando.com e autor do livro “A estratégia do olho de tigre”.

Segundo ele, mentir pode trazer problemas graves para o entrevistado. “Em alguns casos um recrutador pode aprovar um candidato que não tenha todas as qualificações exigidas para a vaga com a ideia de que ele possa desenvolver tal habilidade. Porém, se descobrir uma mentira, esse candidato será não só eliminado do processo seletivo em questão, mas de qualquer outro processo daquela empresa”, explica.

De acordo com pesquisa realizada pela Trabalhando.com, as mentiras que os candidatos mais contam se referem aos seguintes assuntos, em ordem decrescente de importância: formação acadêmica, fluência em idioma estrangeiro, falsa experiência na área em que deseja atuar, acréscimo de atribuições no cargo anterior, últimos cargos supervalorizados, salário anterior, maior tempo de permanência na antiga empresa, curso de informática, participação inexistente em trabalhos voluntários, garantia de mobilidade e flexibilidade, estado civil e idade.

Outra pesquisa, realizada pela empresa de recrutamento especializado Robert Half, revela que para 42% dos executivos responsáveis por recrutamentos, os candidatos exageram nas informações do currículo. As experiências profissionais atuais e anteriores apresentam o maior índice de exagero nas informações (48%). Os outros pontos nos quais os candidatos mais exageram são o conhecimento de línguas (46%) e as razões de deixar o trabalho atual/antigo (42%). Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que o primeiro ponto de atenção dos executivos ao receber um currículo recai sobre a experiência profissional (36%), seguido das qualificações profissionais (29%).

Selo de autenticidade
De olho no “mercado de informações falsas em currículos”, uma empresa criou um selo de autenticidade. A empresa de recursos humanos Currículo Autêntico, especializada em auditorias de títulos e competências de currículos, utiliza uma ferramenta de apuração para verificar se as informações fornecidas são verdadeiras. Por enquanto, o serviço é oferecido apenas a candidatos interessados em obter o selo de autenticidade para seus currículos.

Eles se cadastram no site, submetem o currículo ao processo de auditoria, disponibilizam os documentos que comprovam os títulos, indicam os nomes e telefones que chancelam as competências. Mas o serviço é pago: R$ 99 pela autenticação, válida por um ano. Por cada atualização durante este ano, o candidato paga R$ 12,90. Os sociofundadores são filiados à Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional do Rio de Janeiro.

“De cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações supervalorizadas e outros dois têm dados falsos. Se um currículo é autêntico tem prioridade e economiza tempo e dinheiro às empresas”, diz o sociofundador Leonardo Rebitte. A empresa pretende futuramente oferecer o serviço para as empresas, auditando os currículos recebidos.

Veja o ranking das mentiras mais comuns e como elas podem ser desmascaradas

1 - Idiomas
Alguns profissionais entendem que colocar a língua estrangeira no currículo é essencial para serem chamados para a entrevista. Mas um simples teste oral na hora da entrevista ou logo nos primeiros meses após ser contratado revelam a mentira.

2- Cursos
Profissionais citam cursos que foram realizados dentro da empresa onde trabalhavam, porém, ao buscar evidências, seja através de certificados ou entrando em contato diretamente com a empresa citada, nota-se que não foi bem assim.

3- Formação
É comum a colocação de títulos de graduação ou pós-graduação concluídos, quando na verdade os cursos ainda estão sendo realizados ou foram trancados. O que não é muito comum, mas também ocorre, é a falsificação de títulos e certificações. Ao checar as informações com as instituições de ensino, constata-se a mentira.

4- Competências
Muitos profissionais supervalorizam qualidades e atribuições como “coordenei e gerenciei recursos e fornecedores”, mas na verdade participavam apenas como convidados ou ouvintes. Um telefonema para a antiga empresa revela que não é verdade.

5- Período em que trabalhou para a empresa
É unânime entre recrutadores olhar quanto tempo um profissional permaneceu em uma determinada empresa para saber se trata-se de um profissional problemático ou assediado por outras empresas, seja por maiores salários ou novos desafios. No ponto de vista dos profissionais, mentir sobre o tempo que dedicou a uma única empresa é sinônimo de estabilidade, logo, pode ser visto como uma pessoa não problemática. Mas isso pode ser checado com a antiga empresa.

6- Motivos de saída da empresa
Para o recrutador, conhecer o motivo pelo qual um profissional saiu da empresa é relevante para entender os objetivos e personalidade do candidato. O que geralmente acontece é o profissional ter sido demitido, e na entrevista, diz que saiu por livre e espontânea vontade. Mas isso pode ser checado com a antiga empresa por meio de um telefonema.

7- Salários
"Vou jogar o valor para cima para cair na hora da negociação". Os profissionais precisam entender que o currículo é cronológico e leva consigo o histórico da vida profissional, não adianta mentir sobre o quanto ganhava na empresa anterior se o salário não constar em carteira. Os recrutadores entram em contato com o RH que o contratou anteriormente.

8- Referências
Referências são utilizadas para checar a veracidade das competências que estão no currículo. Mas geralmente essas referências são amigos de trabalho ou parentes, o que enfraquece como prova, pois pode ter sido previamente combinado. As empresas podem entrar em contato com o setor de recursos humanos da empresa antiga ou pesquisar referências em sites de carreira como o LinkedIn.

9- Endereço
Algumas empresas têm preferência por regionalizar seus profissionais para reduzir custos. Sabendo disso, alguns profissionais adquirem serviços em casa de amigos e parentes para obter um comprovante de endereço que seja aceito pela empresa. Mas a mentira pode vir à tona após a contratação do empregado e causar sua demissão.

10- Idade, filhos e estado civil
Os profissionais entendem que algumas empresas com cargos que demandam viagens nacionais e internacionais preferem e priorizam certos tipos de perfil. Mas documentos pessoais podem desmentir as informações fornecidas.
Fonte: Currículo Autêntico

Ana Guimarães, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half, diz que o entrevistador não desconfia de tudo que é falado durante a entrevista, mas os exageros e as mentiras podem ser flagrados nas respostas dos candidatos. “Se perguntamos a carteira de clientes e a pessoa não sabe dizer, algum problema tem, se fala que é um bom líder e não sabe dar exemplos de ações estratégicas, dificilmente ele seria um bom gestor, se a vaga exige inglês e ele não sabe desenvolver uma conversa no idioma, já sabemos que não é fluente”, exemplifica.

De acordo com ela, dependendo da vaga a ser preenchida, os exageros e as mentiras descobertos na entrevista costumam eliminar os candidatos tanto quanto a falta de qualificação.

“Os exageros são fatores cruciais na eliminação do candidato. Querer se vender demais, dizer que faz e acontece causam desconforto na entrevista. E tudo é checado. Além disso, o corpo fala, dá para perceber a mentira pela tensão, movimentação maior na cadeira, a postura, as mãos inquietas. A pessoa que não tem nada para esconder conta tudo de forma espontânea”, afirma.

Ela diz que não há nenhum tipo de exclusão pelo currículo. “Nós olhamos principalmente a formação acadêmica, a experiência e o tempo de estabilidade nas empresas”, diz. Segundo ela, se o currículo mostra que o candidato pulou muito de uma empresa para outra em pouco espaço de tempo “acende a luz amarela”. “Aí na entrevista vamos verificar o motivo de transição entre as empresas e pedimos referências para comprovar as informações repassadas”, diz.

Ana afirma que é possível ainda verificar a veracidade de cursos realizados pelo tempo de duração e também pela idade do candidato, por exemplo. “Vale mais colocar no currículo uma pós-graduação ou um MBA bem feitos do que 10 cursos que não agregam muito. Tem que deixar o currículo com qualidade”, diz Ana.

Soluções recomendadas
Renato Grinberg orienta que o candidato deve buscar suprir a deficiência que ele julgou ter em seu currículo em vez de mentir. “Imagine que as vagas para as quais você concorre requeiram inglês fluente, mas você só sabe o básico. Colocar no currículo que possui conhecimento avançado não é uma boa ideia, pois será desmascarado facilmente pelo entrevistador. Você não poderá colocar essa falsa informação a vida inteira, então encare isso como uma oportunidade que bate à sua porta. Faça o curso e dedique-se”, diz.

Outra dica de Grinberg é ressaltar os pontos mais relevantes no currículo, adaptando-o para cada vaga. Caso o emprego seja para vendas, por exemplo, e a maior qualidade seja relacionamento interpessoal ou habilidade de persuasão, essa é a primeira coisa que deve ser destacada no resumo profissional, abaixo dos dados pessoais. “Mesmo que não tenha experiência, deixe claro que tem força de vontade e capacidade para tal”. Segundo ele, se o candidato achar que a pós-graduação é mais relevante para o cargo do que a experiência em outra área, o curso deve vir primeiro, após o tópico formação profissional.

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego

Publicado em Noticias
Segunda, 21 Março 2016 15:08

6 dicas para encantar clientes

A qualidade do atendimento e serviço ao cliente são fatores fundamentais para a satisfação do consumidor. Em tempos de crise e quedas nas vendas, o atendimento se destaca como um diferencial competitivo e um ativo estratégico na conquista e fidelização de mais clientes.

Neste artigo destacamos algumas dicas para o encantamento do cliente, atitudes e práticas que, além de gerar maior satisfação no consumidor, podem otimizar o relacionamento cliente-fornecedor e consequentemente aumentar o volume de vendas.

1. A qualidade do atendimento nunca será superior à qualidade das pessoas que o fornecem

Procure conhecer seus colaboradores e constantemente valorizá-los, desenvolvendo suas capacidades e recompensando seu desempenho. Se você os encantar como colaboradores, eles encantarão seus clientes. Funcionários recebem orientações da gerência. Se você cumprimentar seus colaboradores com entusiasmo e emoção todos os dias, eles se sentirão valorizados, respeitados e reconhecidos. Consequentemente farão o mesmo com os clientes.

2. Você sabe quem são seus clientes?

Se um cliente regular chega na sua empresa, você o reconhece? Todas as pessoas gostam de se sentir importantes. Chamar alguém pelo nome é uma maneira simples de fazer o outro se sentir valorizado. Faça seu cliente saber que você o reconhece e o valoriza como pessoa.

3. Dê o que todos clientes esperam

Existem atributos que são comumente esperados pelos consumidores em relação à qualidade do atendimento e do serviço prestado. Segundo pesquisas, a satisfação dos consumidores em uma transação e relacionamento continuado com uma empresa depende dos seguintes fatores:

  • Qualidades tangíveis: O consumidor é influenciado pelo ambiente e a atmosfera do espaço físico, mobiliário, equipamentos e objetos existentes na empresa.
  • Confiabilidade: Muitas vezes o consumidor percebe que o atendente não tem informações suficientes sobre o produto ou serviço. Isso pode levá-lo a buscar ajuda na concorrência;
  • Tempo de resposta: O sistema de atendimento deve ser desenhado de modo amigável facilitando a agilidade e rapidez na solução da necessidade do consumidor.
  • Segurança: A credibilidade e comunicação assertiva do atendente inspira confiança e segurança para o cliente tomar a decisão de compra
  • Empatia: Colocar-se no lugar do cliente e buscar compreendê-lo totalmente gera satisfação e sentimentos positivos nele.

4. "Seja bem-vindo(a)!"

A indiferença é o modo mais rápido para perder um cliente. Uma simples saudação não apenas significa respeito mas demonstra de modo explícito que a empresa se importa com o cliente. 

5. Sua equipe de atendimento é treinada continuamente sobre como lidar com reclamações e clientes difíceis?

Forneça diretrizes e orientações de como abordar cada cliente, o que dizer para encantá-lo e como se comportar adequada e respeitosamente. Pessoas na linha de frente são o cartão de visitas da empresa e desempenham o papel mais crítico na experiência do consumidor. Certifique-se de que seus colaboradores saibam o que fazer e o que dizer para tornar a experiência do consumidor agradável e positiva.

6. O consumidor pensa da sua empresa? Pergunte a ele

Crie um cartão ou painel curto e simples do tipo “Como estamos indo?” e deixe-o à vista do cliente, na área de saída, para que o consumidor possa avaliar o atendimento e dar feedback constantemente. Pergunte sobre o que os clientes gostam, o que eles não gostam, o que eles gostariam que mudasse, o que a empresa pode fazer melhor, como foi sua última experiência, etc. Para garantir que o cliente o preencha, facilite o modo de entrega, colocando uma caixa coletora ou envelope com selo pré-pago.

 

Lembre-se: marketing eficaz e as boas práticas de gestão visam manter o cliente e não apenas conquista-lo. É muito mais caro e oneroso conquistar um novo cliente do que manter os já existentes. Ao estreitar seu relacionamento com o cliente você pode aumentar seu volume de vendas com aquele cliente, por meio da oferta de outros produtos.

Fonte: https://www.administradores.com.br/artigos/negocios/10-dicas-uteis-para-encantar-o-cliente/93785/

Publicado em Noticias

A Pesquisa de Satisfação de Clientes é muito importante para que a empresa consiga entender melhor o que o seu público-alvo pensa, deseja e precisa, sendo uma forma da marca avaliar se necessita modificar ou aprimorar os produtos que estão sendo oferecidos atualmente. Saber se os seus clientes estão ou não satisfeitos com um serviço não é mais o bastante, por isso, é necessário saber mais detalhes sobre a opinião do consumidor e criar um plano de metas e objetivos pautados com base nessas informações.

Tendo em mente esse tema, listamos logo abaixo algumas dicas importantes que devem ser consideradas ao criar uma Pesquisa de Satisfação de Clientes.

1. DEFINA QUAL É A MELHOR ABORDAGEM
Dependendo de qual seja o público-alvo, às vezes é necessário apostar pela descrição ao realizar uma Pesquisa de Satisfação de Clientes. Nesse caso, é preferível deixar que os clientes preservem o seu anonimato e fazer a pesquisa através de um email que redirecione para o site da empresa, evitando assim contatos diretos ou por telefone, por exemplo.

2. SEJA ESPECÍFICO
Evite perguntar conceitos e ideias muito gerais, que não poderão ser utilizadas pela empresa na promoção de novas estratégias e ações. Dê prioridade às questões sobre a qualidade dos produtos e a satisfação com fatores chaves como prazos de entrega e o atendimento ao cliente. Além disso, priorize as perguntas sobre determinadas especificidades dos produtos ou serviços oferecidos, ao invés de questionar os consumidores apenas em relação à empresa, em geral.

3. PERMITA QUE O CLIENTE DÊ UMA NOTA AO PRODUTO OU SERVIÇO
É de conhecimento geral que os consumidores preferem clicar em um item do que ter que digitar uma resposta. Portanto, elabore perguntas que o cliente possa dar uma nota como resposta ou que meçam a sua satisfação através de opções como "Muito Satisfeito", "Satisfeito", "Insatisfeito" e etc.

4. ESTRUTURE O SEU QUESTIONAMENTO DE FORMA ORGANIZADA, POR MEIO DE BLOCOS
Evite misturar assuntos muito diferentes e tente conduzir o cliente de modo fluído pela pesquisa, dividindo as perguntas por blocos de interesse, começando por dados individuais como sexo, idade e nível de escolaridade, passando para perguntas sobre os produtos e serviços, depois algumas questões sobre as impressões do consumidor a cerca da empresa e, finalmente, as expectativas e opiniões sobre futuras compras

Publicado em Noticias

A maioria das pessoas sai de uma entrevista de emprego com alguma sensação ou suposição sobre o seu desempenho: foi super bem e acertou em cheio ou foi completamente bombardeado e colocou tudo a perder.

Alguns passam dias, e até semanas, pensando em cada resposta dada, frase ou gesto e como o gerente de contratação se sente sobre a conversa. Mas, isso não precisa ser um grande mistério enquanto o profissional aguarda uma resposta.

Segundo especialistas de carreira, existem alguns sinais que acontecem durante a entrevista que podem indicar se o emprego está ou não 'caminhando' na direção do candidato.

O Bussiness Insider, site norte-americano de carreiras, listou 9 situações que indicam que o profissional pode ter chances de conseguir a vaga:

1) Entrevistador parece gostar da conversa
Uma boa indicação é quando o recrutador ouviu o candidato e estava genuinamente interessado no que ele falava. É sempre um bom sinal quando o recrutador ri e mantém contato visual.

2) Entrevistador mostra o escritório antes da entrevista terminar
Se o gerente de recrutamento gasta umtempo extra para mostrar as instalações da empresa para o candidato ou o apresenta para alguns colaboradores isso pode demonstrar que ele está pensando em realmente oferecer a vaga de emprego para esse candidato em questão.

3) Tempo da entrevista ultrapassa o estimado
Se a entrevista dura mais tempo que o esperado isso quer dizer que o recrutador quer saber um pouco mais sobre o profissional. Isso pode indicar que o candidato já passou nos critérios iniciais que a empresa estava procurando e o investimento de tmepo e energia pode ser promissor.

4) Entrevistador 'vende' a empresa para o candidato
O mais tradicional é que o candidato tente se 'vender' para mostrar suas habilidades e conseguir o emprego. Mas, se o recrutador passar a falar muito sobre a empresa para 'vendê-la' como uma boa opção para o profissional, isso pode indicar que eles estão muito interessados na candidatura.

5) Entrevistador usa o nome do candidato com frequência durante a entrevista
Esta situação pode ser um sinal sutil de que a empresa já visualiza o candidato como parte da equipe.

6) Entrevistador fala sobre relagias, benefícios, políticas e remuneração
Isso pode ser parte da tática de vendas, pois quando o recrutador começa a discutir sobre políticas, benefícios e até pagamentos indica que existe uma chance de a companhia estar planejando uma oferta para o profissional.

7) A continuação do processo seletivo é discutida
Se ao final da entrevista, o recrutador falar animadamente das próximas etapas da seleção, isso indica que o profissional deve estar entre as opções para o cargo. A famosa frase "entraremos em contato em breve" não se aplica a essa situação. A indicação parte de uma conversa mais específica.

8) Entrevistador pede uma lista de referências
A maioria dos gerentes de recrutamento não pede referências para todos os candidatos, isso fica restrito para casos em que existem chances de contratação.

9) Adeus persistente
Se o recrutador continua a fazer perguntas ou a 'vender' a empresa mesmo na hora de ir embora isso pode indicar que o candidato deixou uma boa impressão.

Fonte: http://g1.globo.com/economia

Publicado em Noticias

Pesquisar

Mais lidas