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Itens filtrados por data: Janeiro 2016

Quando o profissional pede demissão existe uma grande chance do departamento de recursos humanos chamá-lo para fazer uma entrevista demissional, e muitas pessoas têm sentimentos e ideias diferentes sobre o que fazer na hora de sair de uma empresa.

Para alguns, a entrevista demissional é o melhor momento para ser sincero sobre a experiência de trabalho na companhia em questão, fornecendo um feedback crítico e construtivo. Por outro lado, alguns dizem que essa atitude é estranha e não vale a pena por poder fechar portas.

"Essa pode ser a última impressão deixada no emprego. E o profissional não deve pensar que essa conversa não importa, já que ele está deixando o local. As pessoas falam. É a reputação e a marca pessoal do profissional que estará em discussão. E isso viaja com ele para qualquer lugar", afirma Michael Kerr, palestrante de negócios internacionais e autor do livro "The Humor Advantage".
Kerr ainda ressalta que ninguém sabe se terá que trabalhar para a empresa novamente ou se terá o mesmo chefe no futuro.

O Business Insider, site norte-americano de carreiras, listou o que os profissionais não devem falar na entrevista demissional:

1) Meu chefe era o pior porque....
Segundo Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e audtor do livro "Tame your terrible office tryant: How to manage childish boss behaviour an thrive in your job", o profissional deve lembrar que só porque não está falando com o seu chefe direito, ele não deve perder a calma e fazer comentários desagradáveis.
"Quem é muito honesto pode dar um tiro no próprio pé se quiser voltar para a empresa ou se espera por uma boa referência no futuro".

2) Eu nunca realmente gostei ou aquela pessoa nunca foi muito legal comigo
O profissional não deve levar para o lado pessoal. Atacar um colega de trabalho ou o chefe só vai refletir negativamente no colaborador que está de saída e fazer com que ele pareça amargo e vingativo.

"Não há problema em discutir alguns comportamentos que tiveram relação com a saída do profissional, mas xingamentos ou ofensas pessoais só vão fazer com que ele pareça difícil de convier", ressalta Kerr.

3) Eu era muito incrível neste emprego ou boa sorte em continuar sem mim
O tempo para se vangloriar já passou e isso não deve ser feito na hora em que está de saída do emprego. "É justo dizer como sentiu que seus talentos não eram utilizados plenamente e oferecer exemplos. Mas não é sábio dizer que você era a melhor coisa", diz Kerr.

4) Este lugar é um navio afundando
Os profissionais não devem deixar a empresa desejando o pior para ela ou para os funcionários que ficaram. Mesmo quem sai brigado ou de uma forma não tão boa deve evitar esse tipo de comportamento para não parecer mesquinho e vingativo.

5) Nunca gostei do lugar que eu sentava ou a impressora nunca funcionava
Segundo Kerr, o profissional não deve focar nos pontos triviais. "Em vez disso, ele pode oferecer ideias construtivas sobre questõe sistêmicas maiores que podem ter um impacto grande e duradouro sobre a cultura".

6) Eu realmente detestava
Não use palavras fortes como odiar ou detestar quando se fala de pessoas, sistemas ou departamentos da empresa. O colaborador deve manter a calma e se optar por críticas construtivas deve sereducado e diplomático.

7) Apontar erros de outros profissionais
O profissional não deve fazer fofoca ou apontar o erro de outras pessoas.

8) Esta é a pior empresa em que eu já trabalhei
Quem fala este tipo de frase está acabando com a su oportunidade de voltar para a empresa ou ter uma referência positiva da companhia. Segundo Taylor, o momento para mudar ou comunicar problemas já passou.

9) Meu novo emprego é incrível ou muito melhor
"Não minimize seu antigo empregador ao se gabar por ir para um empresa maior e melhor", diz Kerr. É muito bom ser positivo sobre o futuro e mostrar entusiamos, mas isso não deve ser feito de uma forma que faça o antigo empregador ficar mal.

10) O salário desta empresa não é competitivo ou estou saindo porque tenho uma proposta pra ganhar muito mais
Mesmo que a situação seja verdadeira, o profissional não será capaz de comprovar essa afirmação. E isso também pode atrapalhar o futuro do colaborador, caso ele tenha que voltar para a antiga empresa.

11) Sem comentários
"Ser evasivo ou ficar de boca fechada só demonstra que o profissional está escondendo alguma coisa e não vai cooperar com o processo", explica Kerr.

12) Ninguém é feliz aqui
As pessoas não devem falar por outras. "Isso pode machucar colegas que tenham dividido alguma confidência ao profissional", afirma Kerr.

13) Palavrões
As pessoas não devem recorrer a palavrões, não importa o que eles sintam pela empresa ou pelo chefe. Pode ser fácil se deixar em uma entrevista demissional, mas é importante manter a postura profissional. Nunca se sabe quando ele poderá trabalhar com essa pessoa do recursos humanos novamente ou se vai precisar de sua ajuda no futuro.

14) Isso é o que você poderia ter feito para que eu ficasse
Não é muito tarde para falar isso? O colaborador pode, respeitosamente, falar sobre os aspectos do emprego ou da companhia que não o fazem feliz, mas não é hora de jogar na entrevista demissional.

15) Eu nunca mais vou trabalhar aqui
Cada funcionário tem escolhas a fazer e ninguém acorrenta pessoas ao trabalho, portanto, falar tão mal da empresa ao sair soa muito dramático. Segundo Kerr, pode ser difícil encontrar o equilíbrio entre ser honesto e cordial se o profissional tinha alguma raiva ou frustração por causa da empresa. "O profissional terá uma chance muito maior de ter um impacto real se deixar uma impressão mais positiva", complementa Kerr.

Fonte: http://g1.globo.com/

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Segunda, 22 Fevereiro 2016 10:21

Os 3 pilares do bom atendimento ao cliente

Vivemos no boom da informação, na demanda empurrada de muitos produtos por diversos canais com poucos parâmetros de segmentação, a comercialização rápida do tipo “todos aqueles que alcançarmos” tem sido constante devido à lógica assumida em uma grande parcela do mercado consumidor, que acaba exigindo poucos filtros e agindo muitas vezes por impulso. É comprovado que o marketing (especificamente, o neuromarketing) bem aplicado dispara impulsos ao subconsciente das pessoas e desperta em razões de segundos o desejo por algo, em virtude de uma ação bem planejada e atrativa (em razão da combinação de necessidade/preço/benefício) o cliente acaba reagindo através da compra.

Vejo o momento atual revivendo conceitos da Teoria do Caos, onde o espaço mesmo não é um lugar, mas a possibilidade de todos os lugares, ou seja, estar simplesmente inserido no meio do processo é mais interessante pela visão de ser atingido do que, ser peça principal deste movimento com um propósito bem definido. Parece-me que cada vez mais as grandes marcas focam a estratégia quantitativa ao invés da qualitativa, abrindo mão de fidelizar individualmente os clientes certos.

O problema é que este processo abre lacunas na eficiência do atendimento ao cliente e acaba gerando um prazo de validade para muitos. Acontece uma inversão de papéis, a demanda empurrada de hoje se torna amanhã a oferta restrita no qual as marcas irão brigar ferozmente pelo cliente. A vantagem da informação é gerar conhecimento, aprendemos um pouco da lógica deste processo e acabamos exigindo fatores adicionais para voltar a comprar, para este momento estabeleço os 3 pilares do bom atendimento ao cliente, são eles:

1. Qualidade

Dedique tempo e inove na gestão do atendimento ao cliente, não encare simplesmente esta atividade como um canal SAC para suprir eventuais necessidades, acredite e invista em capital humano para elevar a qualidade do seu serviço. Tem uma frase criada dentro do conceito de endomarketing no qual comenta que precisamos aprender a vender nossos produtos primeiro aos nossos funcionários e posteriormente ao mercado. A qualidade esta exatamente em entender e transparecer através da estrutura base da empresa a importância do seu portfólio.

2. Velocidade

Ninguém gosta de esperar, principalmente se for uma recompra no qual o primeiro contato pode ter superado demais as expectativas, com isso o cliente desenvolve a impaciência em ter que escutar novamente as famosas “filosofias de venda” ditadas por um script padrão, a dinâmica é essencial para evitar perda de tempo. Basicamente precisa-se estar posicionado na hora, local e produtos certos, por isso a segmentação é essencial para evitar rupturas constantes na carteira de clientes.

3. Flexibilidade

A estratégia básica de qualquer negociação é trabalhar com certa margem para manobras durante o processo, que qualifiquem a empresa com certo grau de flexibilidade e demonstre ao cliente a vontade em efetivar novos negócios. Quando o cliente percebe da outra parte o desejo em agradá-lo, seja oferecendo prazo e/ou desconto a situação se torna agradável para os dois lados, afinal, cada produto tem uma taxa interna de retorno que permite oscilações comerciais.

Conciliar estes 3 pilares são básicos conceitualmente, mas na prática perdem a razão, pois gerenciar com um bom atendimento uma estratégia quantitativa é impraticável.

Fonte: http://www.ideiademarketing.com.br/

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Empresas buscam profissionais que resolvam problemas e reduzam custos.Especialistas não esperam aumento de oportunidades ou de salários.

O ano de 2015 não foi fácil para quem estava atrás de um emprego. Com a crise econômica, algumas empresas buscaram equilibrar as contas cortando despesas e até mesmo funcionários. Até novembro do ano passado, 945,363 postos com carteira assinada foram fechados, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Com um cenário tão difícil, o que os profissionais podem esperar o ano que começa agora? Segundo especialistas ouvidos pelo G1, as empresas estarão ainda mais exigentes na hora de contratar, já que o orçamento enxuto exige trabalhadores que realmente resolvam problemas, reduzam custos e tragam bons resultados.

"Para 2016, a tendência é de que as empresas sigam os ajustes e sejam cada vez mais exigentes nas contratações. Não haverá um movimento significativo de expansão de posições e os salários tendem a ficar estáticos", afirma Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half no Brasil.

Segundo Henrique Bessa, diretor da Michael Page, as empresas vão priorizar profissionais que consigam agregar valor e eficiência ao negócio. "Quem entender este momento e se colocar à disposição para absorver uma nova função ou dar apoio em mais de uma área, pode se destacar facilmente dentro da companhia". O perfil inovador e a capacidade de obter resultados em situações adversas serão características ainda mais valorizadas em 2016.

"Com um cenário econômico mais retraído, as palavras de ordem são resultado e produtividade. Os profissionais precisam oferecer mais produtividade, sem deixar de lado a qualidade. As áreas de tecnologia, compliance e financeira são as que devem gerar maior demanda pela busca de alternativas para driblar a crise", diz Paulo Dias, diretor de recrutamento da Stato, consultoria especializada em recrutamento e transição de executivos.

Veja 13 profissões que estarão em alta em 2016, segundo especialistas:

1) Gerente/ coordenador de infraestrutura
Perfil: Profissional com formação em sistemas ou ciências da informação. É responsável pela gestão de infraestrutura de TI – telecomunicações, suporte e data center.
Por que estará em alta: Infraestrutura de TI afeta diretamente a eficiência operacional da empresa, além de trazer reduções de custos. Eficiência e custos são os dois dos principais objetivos das companhias.

2) Gerente/ coordenador de plataformas mobile e web
Perfil: Para web é necessário ter conhecimento no desenvolvimento em Java, Groovy, DevOps. Para mobile, conhecimentos IOS e Android. Lidera equipe de desenvolvedores de aplicativos, ferramentas web, visa aproximar o usuário da marca/empresa.
Por que estará em alta: Existe uma tendência na maioria dos setores da economia (incluindo financeiro, varejo, bens consumo, entre outros) da migração do ponto de venda e do relacionamento com clientes para plataformas on-line e de e-commerce.

3) Gerente tributário
Perfil: Formação em contábeis ou direito com especializações em direito tributário e bom domínio de inglês. Tem o papel de garantir que a empresa esteja em dia com as obrigações fiscais. Busca reduzir a carga tributária e aumentar a eficiência do negócio.
Por que estará em alta: Com a possibilidade de aumento de impostos, somado as frequentes alterações na legislação brasileira e novos projetos em fase de implementação (ex: e-Social), a área deve continuar no radar das empresas.

4) Controller
Perfil: Formação em ciências contábeis, administração ou economia. Acompanha a operação da empresa sob o ponto de vista financeiro, cria relatórios e indicadores, além de liderar os relatórios dos números para a matriz e/ou acionistas.
Por que estará em alta: O cenário incerto da economia demandará maior precisão de informações e fará com que as matrizes (ou acionistas) fiquem mais próximas às operações em no país.

5) Gerente de tesouraria com foco em operações estruturadas
Perfil: Formação em ciências contábeis, administração, economia ou engenharia, com MBA em finanças corporativas ou investments. Responsável pela gestão e controle da estrutura de capital das empresas. Possui ampla bagagem de relacionamento bancário de médio/longo prazo, e de projeção e controle do fluxo de caixa das organizações.
Por que estará em alta: É um profissional que poderá baratear o “custo de captação”, melhorar o nível de relacionamento bancário, trazer operações mais engenhosas. Com o novo cenário de câmbio poderá proteger a organização de exposições indevidas, além de poder facilitar ou melhorar negócios em âmbito internacional.

6) Head do departamento jurídico
Perfil: Profissional generalista, com foco em consultivo. Perfil de liderança para exercer boa gestão de sua equipe. É o responsável por toda e qualquer demanda jurídica da empresa. Atua tanto no consultivo como na gestão do contencioso, em todas as frentes. Será responsável também pelo orçamento da área e gestão de equipe.
Por que estará em alta: No cenário atual, as empresas têm cortado os custos e pessoal. Com isso, profissionais em cargos executivos com alto custo, além de profissionais muito especializados, tem sido substituídos, dando espaço para profissionais com menos experiência, com menor custo, e mais generalistas, concentrando todas as demandas em um único profissional.

7) Gerente de contencioso de volume
Perfil: Profissional deve ter perfil híbrido para conciliar técnica com habilidade administrativo-financeira para gerir um grande volume de processos. Faz a gestão da contingência processual, analisando e administrando os riscos de cada carteira, traça estratégias para melhor rentabilidade e também faz gestão de equipes.
Por que estará em alta: Com a atual conjuntura político-econômica, o volume de processos aumentou. O foco está na área cível, ações de recuperação de créditos e indenizatórias; também a área trabalhista será bastante demanda, em vista do alto volume de demissões/rescisões que ocorreram neste último ano.

8) Advogado sênior/ gerente na área de M&A (mergers e aquisitions, em português: fusões e aquisições)
Perfil: Habilidade técnica e experiência em execução de fusões. É responsável pela elaboração desde atos societários, que compõem as operações de M&A.
Por que estará em alta: A tendência é de que investidores estrangeiros façam aquisições de empresas nacionais que estão desvalorizadas. Assim, a expectativa do profissional desta área deve ser positiva tendo em vista o alto volume de M&A esperado.

9) Gerente de inteligência de mercado
Perfil: Profissional analítico, com grande capacidade de raciocínio lógico, atualizado em relação a tendências, inovações e práticas do mercado. Gerencia as atividades de inteligência de mercado, envolvendo análise de dados sobre concorrência, consumidores, tendências e cenários, para definir políticas e processos.
Por que estará em alta: As empresas têm uma demanda cada vez maior por profissionais sêniores para valorizar a área de business inteligence, avaliando as mudanças dos hábitos dos consumidores e os impactos financeiros. Áreas como inteligência de mercado e customer insight devem crescer em 2016.

10) Gerente de marketing digital
Perfil: Profissionais com conhecimento em usabilidade e experiência do usuário e compra de mídia online. Realiza a gestão da estratégia digital, atua com prospecção de leads e vendas, faz análise de mercados e tendências além do suporte consultivo gerencial, identifica as novas oportunidades de produtos, serviços, informações e soluções através do digital.
Por que estará em alta: O digital ganhou bastante espaço no mercado, o profissional de marketing com conhecimento em online se destaca por conhecer os processos e ferramentas para esse tipo de público.

11) Gerente de logística
Perfil: Formação em engenharia de produção com especialização em logística. O profissional controla, organiza e garante a integridade do estoque, faz a gestão de toda a equipe operacional, contrata serviço de manutenção e operação.
Por que estará em alta: Em momento de reestruturações nas empresas, a área de logística ganha destaque por ter um grande custo concentrado nela. Ter o profissional correto liderando esse departamento, traz para empresas redução de custos e garantia de qualidade em todos os elos da cadeia logística.

12) Desenvolvedor de aplicativos para smartphones
Perfil: Profissional apaixonado por tecnologia, com cursos na área e conhecedor da linguagem de programação em diversas plataformas. Ele é responsável por traduzir uma ideia em um aplicativo amigável e convidativo para o público em geral.
Por que estará em alta: O mercado tem buscado alternativas diante da crise e muitas soluções criativas vêm de startups e aplicativos que visam diminuir custos, encurtar distâncias, compartilhar produtos e conhecimentos. As empresas que já perceberam isso vão necessitar desses profissionais para operacionalizarem suas estratégias.

13) Analista/ gerente de crédito e risco
Perfil: Profissional responsável por analisar a saúde financeira de uma empresa a fim de conceder um crédito direto para financiamento de algum investimento ou ainda para entender se essa possível empresa cliente será uma boa pagadora. Formação em administração, economia, contabilidade ou direito com facilidade para lidar com números e contratos.
Por que estará em alta: A maioria das empresas enfrenta dificuldades financeira e necessitam de crédito para sair dessa situação. Por outro lado, ninguém quer ter risco desnecessário e é exatamente esse profissional que pode contribuir com análises mais aprofundadas e evitar que uma empresa conceda crédito a quem não tem condições de arcar com as dívidas.

Mudanças na carreira

Pesquisa da Robert Half mostrou que 87% dos profissionais pensam em procurar um novo emprego em 2016. Os profissionais também estão mais confiantes em relações às próprias perspectivas de emprego (89%) em comparação com o último ano. A busca por um trabalho novo nos próximos meses é muito provável para 49% e um pouco provável para 38%.

Para os profissionais que miram uma nova oportunidade, o principal critério para aceitar uma proposta é o crescimento na carreira (60%), seguido por salário superior (54%), melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional/ flexibilidade de horário ou home office (43%), localização (38%), ambiente de trabalho (34%), reputação da empresa (30%), setor/ indústria (23%), e melhores bônus e benefícios (18%).

Fonte: http://g1.globo.com/

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